Imagens que nos inspiram

30 outubro 2013



Esta imagem transmite-me uma calma que não sei explicar. Não sei se é da luz, se é por estar praticamente sozinha neste sítio, só sei que adoro olhar para ela (tirei esta foto numa das minhas corridas com o smartphone e não sofreu qualquer edição). Gosto tanto que passou a ser o meu fundo no smartphone! E nada melhor do que ver uma imagem zen sempre que vou adicionar ou eliminar tarefas da to-do list, certo?
As imagens têm mesmo esta capacidade de rapidamente nos inspirarem...

E porque não usar isso a nosso favor?

Queres alimentar-te de forma mais saudável? Vê imagens de comida saudável, escolhe uma das imagens como fundo do teu ambiente de trabalho, cria um álbum no pinterest, lê receitas, inspira-te e passa à acção! Vais ver que o teu corpo e a tua saúde vão agradecer!

Queres começar a praticar mais exercício físico? Então vê imagens que retratem isso mesmo! Não tens que te inspirar num corpo perfeito (o que muitas vezes nem é real), inspira-te em imagens de pessoas a correr na praia, a fazer yoga, a saltar à corda. A ideia é que te inspirem a mexer mais o teu corpo e não que te deprimam! Se as sapatilhas/ténis junto da porta de casa também te ajudam, força! (mas só mesmo nestes casos é que deves deixar o calçado desarrumado! estou a brincar...)

Queres mudar o teu guarda-roupa mas não queres gastar muito dinheiro? Não é preciso! Basta mudares apenas algumas peça essenciais. Mais importante do que tudo, define bem o teu estilo, define as cores que mais gostas, as peças que realmente te fazem sentir bem, cria um álbum no pinterest com isso mesmo e aos poucos redirecciona o teu guarda-roupa nesse sentido. Vais ver que quando fores às compras vais saber exactamente o que comprar e com as peças certas o teu guarda-roupa irá ganhar uma nova vida! Inspiração sobre o assunto: aqui e aqui.

Queres viajar? Reúne imagens de todos os sítios que gostavas de conhecer! Quem sabe se não é assim que até consegues mais rapidamente poupar para aquela viagem que sempre quiseste fazer mas que ainda não foi possível.

Tens algum sonho em mente mas que nunca ousaste partilhar com ninguém, por teres medo, por achares que é impossível? Pesquisa mais informação sobre o assunto, cria um mood board. Pode ser que isso te permita dares pequenos passos em direcção a esse sonho. Nunca se sabe! A única coisa que eu sei e que tu também sabes é que se não fizermos absolutamente nada, realmente nada irá mudar!

Se precisares imprime as imagens, espalha-as pela casa, coloca-as no teu smartphone, no teu ambiente de trabalho. Afinal imagens bonitas e inspiradoras não faltam, certo? Vamos tirar o verdadeiro partido delas e vamos passar à acção?

Leituras da semana

25 outubro 2013


Como nos queixarmos menos. A vida não é perfeita, eu sei, mas vamos olhar mais para o lado positivo de tudo? :)


O segredo para abrandar - Adorei a forma como terminou o post "So the secret to slowing down is simply to slow down. It is that simple. And that difficult". 

O perigo do multi-tasking.
Uma receita de um dos meus blogs favoritos de receitas! Assim que li o post, tive logo vontade de experimentar! Como não tinha todos os ingredientes em casa, fiz o rolo com pimentos (amarelo, laranja, vermelho e verde), ervilhas, cenouras aos pedacinhos, curgete ralada, cogumelos e tofu. Acrescentei ainda umas sementes de sésamo e acompanhei com arroz selvagem. Ficou uma delícia! Vai fazer parte das receitas habituais. 


Trabalho, hora de saída e outras reflexões

23 outubro 2013


Tenho andado a pensar muito no trabalho, nas horas de saída e no impacto que este tem na minha vida, sobretudo porque tenho tentado mudar algumas coisas na forma como vejo tudo isto.

Quando regressei de férias, havia muito trabalho, coisas importantes, prazos a cumprir… Não havia forma de fugir, as coisas tinham que ser feitas e rapidamente! Nem havia grande tempo para planear, era fazer e pronto (eu detesto trabalhar assim mas teve que ser…). Voltei a ficar cansada, parecia que nem tinha tido férias!

Então depois de termos cumprido um prazo muito importante, parei um bocadinho para tentar arranjar formas de rentabilizar o meu tempo ao máximo, organizando melhor as tarefas e não permitindo interrupções.

O objectivo desta organização era tentar sair a horas e sair com a sensação de que fiz tudo o que era suposto, mas o trabalho estava a ser bastante e mesmo dando o meu máximo durante o dia tinha que trabalhar até mais tarde.

Foi nesta altura caí no exagero... Tanto quis que o tempo rendesse mais no trabalho que não fazia pausas todo o dia, saía na mesma tarde, andava muito stressada e tensa todo o dia. Depois em casa não estava a conseguir relaxar… 

A coisa esteve complicada durante umas semanas… não consegui manter os meus ritmos de manhã, tal era o meu cansaço, andava stressada e ansiosa. Enfim, não me andava a sentir bem. Senti mesmo que o trabalho andava a prejudicar a minha saúde e eu não podia deixar isso acontecer. Eu sei que há fases de mais trabalho e isso tudo bem, mas o problema era a forma como me estava a sentir e a pressão que estava a colocar sobre mim mesma, sem razão! Se ficar com um problema de saúde sério, pode não haver volta a dar e a saúde é muito mais importante do que o trabalho!

Desde que comecei esta caminhada minimalista, já li muito sobre o assunto, já defini as minhas prioridades, sei muito bem o quero e portanto não fazia sentido estar a comportar-me de forma contrária àquilo que penso e sei que é melhor para mim. Claro que o que pensamos é uma coisa e o que fazemos às vezes é outra, mas é preciso fazermos um esforço para que estas duas coisas estejam em sintonia, senão não nos sentimos bem connosco!

Eu senti que nestas semanas, tudo andava contrário do que devia e eu andava a sentir-me ainda pior por causa disso! Alguma coisa tinha que mudar!

Li sobre o assunto, reflecti, desabafei, pedi opiniões e tentei adoptar novas estratégias.

Afinal não tenho que fazer o trabalho todo num dia, certo? Senão então ninguém ia para casa, só saíamos quando terminasse tudo e depois das duas uma: ou caíamos para o lado ou éramos despedidos!

É portanto necessário definir prioridades (afinal falo sempre disto em relação à vida pessoal e no trabalho não deve ser diferente, certo?), começar por fazer o que é prioritário naquele dia e o resto fica para os dias seguintes. Não se consegue fazer tudo num dia, não é possível e há que saber lidar com isso. Há outras coisas lá fora à nossa espera (muito mais importantes) que nos permitem não só viver (à seria mesmo!), mas também descansar e recuperar energias para voltar a trabalhar no dia seguinte.

Por isso agora, o mais importante é manter os bons hábitos que tenho andado a experimentar: organizar o dia de trabalho assim que chego de manhã, definir o que é prioritário, registar as minhas tarefas e criar os respectivos alertas. Tenho usado o flow keeper (mais para contabilizar quanto tempo preciso para cada tarefa e para não me esquecer de fazer pausas) e também vou usando o outlook, onde registo as tarefas (como muitos mails dão origem a tarefas, é só seleccionar a opção de tarefa disponível em cada mail). Faço as pausas necessárias, para beber água, ir à casa-de-banho ou simplesmente para desviar o olhar do monitor (devemos tirar os olhos do monitor pelo menos de 20 em 20 minutos, o ideal é olhar para longe, por exemplo lá para fora). Tento fazer uma pausa mais longa com os meus colegas a meio da manhã e aproveito para lanchar. Caso tenha mais trabalho faço uma pausa mais curta no meu lugar e enquanto lancho, aproveito para navegar um bocadinho pela internet ou para escrever.
No final do dia vejo o que foi feito e o que ficou para o dia seguinte. Tento deixar as coisas organizadas e saio a horas e sem culpas!

E porquê sem culpas? (cá vai outro assunto que dá que falar…)

Porque acho que na sociedade portuguesa está implícito que ser-se dedicado é trabalhar fora de horas, é passar o dia todo no trabalho, é trabalhar aos fins-de-semana até!

Ora aqui é que discordo totalmente!

Devemos ser responsáveis e fazer o nosso trabalho com dedicação, mas nem 8 nem 80. Quando formos desta para melhor de certeza que não vamos pensar “Ai quem me dera ter trabalhado mais!”. Quanto muito, pensamos exactamente o contrário!

Além disso, muitas vezes trabalha-se até tarde, mas durante o dia há muitas distracções e pensando bem o tempo dedicado ao trabalho não foi assim tanto.

Para mim, o tempo é um bem precioso e portanto quero aproveitá-lo da melhor forma possível, o que neste momento passa por trabalhar menos e viver mais! Se pudesse trabalhava menos horas, nem que não tivesse pausa de almoço e gosto do que faço, portanto não tem nada a ver com isso. 

No meu caso, por exemplo, entro mais cedo do que a maioria dos meus colegas e por isso acabo também por sair mais cedo, e não é que às vezes me sentia mal por isso? Não devia, eu sei! Pois afinal fiz o meu trabalho e não perdi tempo com distracções. Só que todos saem muito depois da hora e esse espírito acaba por ser incutido em toda a gente...

Não controlo o que os outros fazem, nem me interessa. Mas da minha parte vou continuar a dar o meu máximo durante todo o dia e vou sair a horas. Apresentando o trabalho feito nas 8 horas diárias, só se mostra que afinal não tem mal nenhum sair a horas e que se consegue perfeitamente fazer o trabalho no tempo em que é suposto, sem prejudicarmos a empresa e também a nossa vida pessoal. 

Não vos parece que sair a horas, ter uma vida depois do trabalho, fazermos coisas de que gostamos, só nos torna melhores colegas de trabalho, melhores cidadãos e melhores pessoas? Eu acho que sim!

Por isso, Ana e todos os outros que como eu, por vezes ficam demasiadas horas no trabalho, e que se “esquecem” do resto, lembrem-se que apesar de quererem ser dedicados, de gostarem do que fazem, há coisas mais importantes lá fora! Saiam a horas e comecem a mudar mentalidades! 
Sair a horas não significa ser-se incompetente, não significa que se é preguiçoso, pouco produtivo, mau trabalhador. Pode significar exactamente o contrário! Uma pessoa que se dedica verdadeiramente ao trabalho, que perde pouco tempo em conversas e distracções acaba por conseguir fazer o seu trabalho nas suas 8 horas e consegue assim sair quando é suposto (não é sair mais cedo, é mesmo sair na "hora de saída", pois sair mais cedo tem a tal conotação negativa "está a sair mais cedo do que devia").

Mas ainda há outro tipo de trabalhadores, os que se queixam constantemente, que dizem que se pudessem não trabalhavam, mas que depois ficam no trabalho muito mais horas!

Não percebo! Portanto a essas pessoas o meu conselho é: queixem-se menos e façam mais por mudar a vossa vida, saiam cedo, aproveitem mais a vossa vida lá fora e vão ver que até terão menos vontade de se queixaram do trabalho!


E lá fora, nos outros países, como é? É bem diferente, pois é. 
Há uns tempos vi uma reportagem sobre a Alemanha e referiram que se um trabalhador ficar a trabalhar além da hora o patrão pode ser multado! Já imaginaram como seria se isto acontecessem em Portugal? Eu gostava de ver!

Enquanto fazia a minha pesquisa sobre o tema para escrever este post, voltei a ler dois posts sobre o assunto, aqui (sobre um horário de trabalho como nos países nórdicos):
“É isto que defendo: um horário que nos permita ter tempo para a vida familiar e, em troca, teremos de ser realmente produtivos no local de trabalho.” - Não poderia estar mais de acordo!

aqui (sobre o facto de nunca termos tempo para nada e ficarmos horas a mais no trabalho):
“8h para dormir, 8 horas para trabalhar, 8 horas para lazer” - Não vos soa lindamente? A mim sim!

E nos media também se tem falado sobre o assunto!
Já tinha começado a escrever este post, e curiosamente na segunda-feira à noite, na Sic notícias, falaram precisamente deste assunto, devido a uma campanha que está a decorrer que pretende promover a conciliação entre vida profissional e familiar. O mote da campanha é “ter tempo para ter tempo”.

Falou-se, entre coisas, que em Portugal o que importa é sair tarde do trabalho e que sair depois do chefe então ainda é melhor, mesmo que não se esteja efectivamente a trabalhar (o que não faz sentido absolutamente nenhum!), falou-se da necessidade de mudar este tipo de mentalidade, da importância que cada vez mais algumas empresas dão a esta temática, da necessidade de haver uma maior flexibilidade de horários e como a própria taxa de natalidade acaba por estar relacionada com o assunto (pois afinal não há tempo para as famílias). Também se falou em teletrabalho e na sua importância como forma de conciliar melhor o trabalho e a vida familiar, além de este ainda permitir reduzir custos para as empresas.

Gostei e espero sinceramente que haja mais campanhas como esta e que muita coisa comece a mudar. Temos que ser mais produtivos e mais felizes!

Desafio não superado: um mês sem champô

21 outubro 2013


Já há muito que queria testar este desafio. Já tinha lido em vários blogs adeptos de uma vida mais simples e ecológica as vantagens de não usar champô. O meu champô acabou e isso foi o pretexto perfeito para iniciar este desafio, que começou dia 30 de Setembro.

Não pensem que deixei de lavar o cabelo! Deixei simplesmente de usar champô e passei a fazer o meu "champô" em casa.

Receita champô caseiro:
Uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e um copo de água quente.

Receita amaciador (não usei, porque já não uso amaciador):
Uma colher de sopa de vinagre de cidra de maçã e um copo de água.

Aguentei até dia 14 de Outubro, portanto 15 dias! Inicialmente o cabelo estava bem, depois foi ficando +/-, até ficar mesmo muito mal! Supostamente deve-se esperar justamente 15 dias para que o cabelo se adapte e deixe de produzir os óleos naturais para compensar a falta de champô, mas não consegui esperar mais! Além disso, normalmente esse é o período de tempo para quem lava o cabelo algumas vezes por semana e não todos os dias, como eu. Por isso por esta altura, o meu cabelo já deveria estar habituado. Eu acho que ele não gostou mesmo sinceramente. Andava pesado e oleoso, a cair mais do que o costume e eu estava a detestar a sensação. Se há coisa que gosto, sobretudo desde que cortei o cabelo bem curtinho, é sentir o cabelo super leve!

Portanto não fazia sentido continuar algo com o qual não me estava a sentir bem, só por querer completar um determinado desafio.

Portanto acabei com o desafio e comprei um champô natural (até diferente do que usava antes para variar) e quando voltei a lavar o meu cabelinho não me podia sentir mais feliz!

Parece que me tinham dado um cabelo novo!

Agora isto não quer dizer que a coisa não funcione com outras pessoas e outros cabelos. Aliás funciona, senão não havia tantos testemunhos por essa net fora. 

Além disso, acho que este champô caseiro dá perfeitamente para usar uma vez ou outra, no caso de o nosso champô acabar por exemplo, pois ao usar uma vez de vez em quando, o nosso cabelo não chega a passar pelo tal período de transição e fica mesmo bem lavado. Portanto nesses casos até recomendo. Nas primeiras vezes em que lavei o cabelo, juro que não senti diferença em relação à lavagem com o champô. O problema foi só mesmo depois.

E por aí já alguém tentou esta experiência?

créditos imagem | https://unsplash.com

2 anos depois... uma vida mais simples e feliz

18 outubro 2013



Este será o último flashback. Nada melhor do que terminar com as mudanças no ser interior, essas sim foram muito mais além do que qualquer espaço da casa!

A lista será extensa mas foi mesmo tudo isto que o minimalismo me deu e ainda continua a dar.

Quando comecei a ler sobre o assunto e a perceber que os minimalistas eram pessoas mais simples, despreocupadas, mais focadas e mais felizes pensei “Era mesmo isto que eu queria: uma vida mais simples e feliz!”

Acho que posso dizer que o consegui!

É curioso, mas com as coisas que fui eliminando de casa, do trabalho, de casa dos meus pais, do carro, da garagem e também da minha cabeça fui removendo “camadas” da minha pessoa. Passei a conhecer-me melhor e a gostar mais de mim e quando comecei a destralhar, nunca pensei que isso fosse acontecer!

Agora posso dizer que a minha vida tem MAIS do que é importante e MENOS do que não faz falta.

MAIS:

- momentos de qualidade com o companheiro

- meditação

- relaxamento e respiração profunda (antes a minha respiração era muito superficial, o que me causava falta de ar, sobretudo quando andava mais ansiosa)

- TV de qualidade - comecei a selecionar aquilo que vejo, em vez de ligar a tv sem pensar. Agora vejo apenas coisas que gosto realmente de ver e a tv está desligada a grande parte do tempo em que estamos em casa

- leitura - uma coisa que sempre gostei e para a qual nunca tinha tempo...

- exercício físico e com regularidade - sempre fui inconstante neste departamento, tinha fases em que praticava bastante exercício físico e outras (enormes) em que deixava totalmente de o fazer. Agora faço-o de uma forma consistente

- corrida - algo que sempre disse que não gostava… até ter experimentado!

- gratidão - por tudo aquilo que tenho na minha vida. Nunca dei muito valor ao que tinha… Acho que nem parava para pensar... Agora não há um dia em que não o faça! Valorizo as pequenas e as grandes coisas! O mesmo aconteceu nas minhas caminhadas e corridas. Sempre que praticava exercício ao ar livre só me concentrava em mim e esquecia-me de tudo o resto. Moro num sítio tão bonito, perto da praia e nunca valorizei isso! Passei a imaginar-me num sítio desconhecido e olhava para tudo como se fosse a 1ª vez! Acreditem que a sensação passou a ser mesmo essa... como se estivesse num sítio completamente novo e de todas as vezes ia descobrindo coisas novas!

- sono de qualidade - comecei a deitar-me e a acordar mais cedo e a dormir melhor (finalmente percebi quantas horas preciso de dormir) e tenho um ritmo de sono constante

- tempo livre para fazer aquilo que mais gosto (cozinhar por exemplo!)

- tempo para não fazer simplesmente nada - sim, não fazer nada é muito bom e faz lindamente! Deixei definitivamente de ver o “não fazer nada” como tempo inútil ou não produtivo

- vida vegan - finalmente adoptei um estilo de vida vegan (algo com que sempre “sonhei” desde que me tornei vegetariana) e cada vez mais tento seguir um estilo de vida saudável com uma boa alimentação, exercício físico, meditação e o mais natural possível

- pessoas que interessam - descobri gémeos minimalistas, o que é óptimo para partilhar ideias!

- coisas simples - afinal as melhores coisas da vida são as simples!

- calma e paciência - tenho-me tornado uma pessoa mais calma e mais paciente (eu? sim eu! ao escrever isto, confesso que ainda me faz alguma confusão!)


- nãos - quando não quero, não gosto, não posso, digo “NÃO”. A vida é curta demais para fazermos coisas que não queremos

- escrita - comecei a escrever diariamente e a sentir-me cada vez melhor! Finalmente criei um blog e ganhei coragem para partilhar imensas coisas sobre mim. Foi das melhores coisas que poderia ter feito. Estou a adorar a experiência!

- felicidade - tornei-me numa pessoa muito mais feliz e numa pessoa melhor (para mim e para os outros!)

- tempo a ajudar os outros - mais tempo livre permitiu-me dedicar o meu tempo a quem realmente necessita! Consegui ajudar bastante uma pessoa que me é muito próxima e isto só foi possível porque tenho mais tempo, mais paciência e também porque me conheço melhor (esta deve ter sido, sem dúvida, das coisas mais gratificantes! Só por isto já valeu a pena!)

- amor próprio e auto-estima - passei a gostar mais de mim

- desapego - desliguei-me muito das coisas, afinal são apenas coisas e são substituíveis


- optimismo - passei a fazer um esforço para valorizar sempre o positivo e continuo a fazê-lo diariamente. Sempre me foquei no que está mal ou menos bem desde miúda e portanto este é mesmo um esforço diário. É preciso reparar mais no que está bem, elogiar os que nos rodeiam, ver as coisas sobre uma outra perspectiva quando estas são menos positivas e sorrir!

- espiritualidade - descobri que tenho um lado espiritual

- silêncio - sempre tive barulho à minha volta e nunca gostei muito de silêncio. As pazes foram feitas e gosto muito de simplesmente não ouvir nada. Relaxa-me e concentra-me

Resumindo, tudo isto, MAIS qualidade de vida!

MENOS:

- pessoas que já não nos dizem nada, que nada têm a ver connosco. Não vale a pena sentir-me mal por já não falar com determinada pessoa só porque no passado tínhamos uma relação muito próxima... As coisas mudam e o que interessa é o momento presente! Essa pessoa pode já ter tido um papel importante na minha vida, mas isso não é motivo para a manter na minha vida para sempre! Há que dar lugar a novos actores e novos papéis

- pessoas tóxicas e que só nos fazem mal (mesmo que seja só em pensamento). É eliminá-los do pensamento e da nossa vida!

- objectivos - no início de cada novo ano era tradição fazer uma lista com todos os objectivos que gostava de concretizar nesse ano. Não eram muitos, mas raramente conseguia atingir todos eles. No ano que em conheci o minimalismo concluí todos os objectivos e curiosamente decidi que não fazia mais listas dessas. A ideia era viver goal-free pois já tinha alcançado o mais importante! 


- comprimidos - agora evito ao máximo tomar qualquer medicamento. Tento sempre recorrer a alternativas naturais primeiro, como chás

- preocupações e cismas! Comecei a conseguir controlar melhor a mente e não ficar a matutar naquilo que não devo. Deixei de me sentir mal por ouvir certos comentários de pessoas mais próximas (somos diferentes e cada um tem a sua forma de pensar, se me sinto bem comigo é só isso que importa)

- multi-tasking e mais single-tasking. De vez em quando lá voltam os velhos hábitos, mas faço um esforço para me obrigar a concentrar-me numa coisa de cada vez

- críticas - passei a criticar menos os outros (e a sentir cada vez menos essa necessidade)

- consumo - deixei de comprar só porque sim (sobretudo roupa)! 

- roupa - livrei-me mesmo de muita roupa ao longo destes 2 anos e isso permitiu-me não só ganhar espaço no armário, como também perder menos tempo a tratar da roupa (lavar, arrumar) e a decidir o que vestir. Além disso é uma leveza enorme quando nos livramos daquelas coisas que não nos dizem nada mas que guardamos só porque sim!

- pressa - além de me esforçar por fazer as coisas com calma, deixei de usar relógio, afinal é suficiente ver as horas no smartphone e no computador

- TV - passei a ver menos tv, ao ponto de me imaginar a viver sem ela, o que antes era completamente impossível!

- tralha na mala - andava carregada para nada, o que só me causava dores nas costas e no ombro. Adeus ganchos e elásticos (olá cabelo curto), adeus espelho (há sempre espelhos em qualquer lado quando preciso deles); adeus bolsa para o telefone (agora coloco-o sempre naquelas divisórias que todas as malas têm), adeus phones (tenho uns no trabalho e outros em casa), adeus cartões e papéis; adeus agenda de papel, bloco e canetas (agora tudo é digital), adeus porta-moedas (é raro andar com moedas, mas quando ando cabem perfeitamente junto com as notas e cartões).

Apesar de me ter livrado de muitas coisas, posso dizer que até agora não me arrependi de nada do que dei, enquanto no passado quando fazia arrumações (pois sempre gostei de arrumações), cheguei a arrepender-me de algumas coisas. Não sei a quê que isso se deve, se é pelo facto de cada vez valorizar menos as coisas ou se é porque melhorei a minha capacidade de decidir aquilo que é realmente importante para mim. Também me conheço melhor agora, sei aquilo que gosto e aquilo que me faz falta. Será por isso? Ou será uma conjugação das duas coisas?

Provavelmente não registei tudo aqui, mas o balanço foi muito positivo e recomendo a toda a gente! Não precisam de se tornar minimalistas, basta seguirem algumas das dicas (adaptando-as à vossa vida) para sentirem os efeitos positivos.

Agradeço-vos por estarem desse lado, pois esta viagem faz ainda mais sentido quando é partilhada com os leitores :)

2 anos depois... uma casa mais vazia e fácil de limpar

16 outubro 2013


Já não falta muito para comemorar 2 anos de vida minimalista! Não sei bem o dia, só sei que foi por esta altura.

Tudo começou em Agosto de 2011 quando comecei a procurar informação sobre como me organizar melhor e como manter a casa em ordem de uma forma fácil. Sentia que tinha demasiadas coisas para fazer e na altura achava que apenas tinha que me organizar melhor, fazer as coisas de uma outra forma ou por outra ordem. Mas nunca me passou pela cabeça que deveria fazer menos coisas!

Esta ideia apenas surgiu cerca de um mês depois, quando ouvi falar em minimalismo pela primeira vez (obrigada Rita!).

Lembro-me que quando comecei a ler sobre o assunto tudo me pareceu fazer muito sentido. Foi como se tivesse encontrado o estilo de vida perfeito! Percebi que os minimalistas eram pessoas felizes, que sabiam realmente viver a vida e aproveitá-la ao máximo e foi aí que decidi que também queria o mesmo para mim, pois apesar de ter “tudo” o que supostamente me poderia fazer feliz, faltava qualquer coisa...

Já por aqui fui falando muito sobre o que mudou mas gostava de resumir esta experiência em dois posts.

Assim o post de hoje centra-se sobretudo na casa e o próximo post será dedicado à vida pessoal.

A grande descoberta desta viagem é que uma casa com apenas o essencial faz toda a diferença!

Eu entendo que nem todos somos iguais e que não podemos todos gostar do mesmo (e ainda bem)! Mas acreditem que mesmo quem não é nem pretende ser minimalista tem muito a ganhar se adoptar apenas alguns princípios desta filosofia de vida.

Pensem em como seria bom poderem aproveitar os fins-de-semana para fazer apenas o que é suposto fazer-se no fim de semana: descansar e divertir!

Muita gente se queixa que odeia passar a roupa a ferro e que acumulam montanhas e montanhas de roupa e que perdem horas a passar a ferro... eu digo sempre o óbvio “não passes tudo a ferro, passa apenas o mínimo possível”. Mas olham para mim como se estivesse a dizer uma coisa do outro mundo! "E que tem que ser, e que gostam mesmo das coisas engomadas". Eu pergunto: "preferem as coisas engomadas ou o tempo livre para fazerem o que gostam?" A escolha parece-me óbvia... O passar a ferro é apenas um exemplo, há imensas coisas que fazemos porque é suposto, mas das quais nos queixamos porque não gostamos de as fazer. Se me queixo de algo, o sinal é óbvio: alguma coisa tem que mudar! E este exemplo da roupa pode aplicar-se a 1001 coisas. 

Nunca mais tive que arrumar a casa a correr quando estava prestes a receber visitas e não, não deixei de receber visitas, simplesmente a casa está praticamente sempre arrumada e limpa (e também não ando sempre a limpar, simplesmente diminuí a tralha e tenho alguns truques).

Sempre fui organizada e sempre fiz listas, mas com o minimalismo tudo se tornou ainda melhor! Por mais que goste de listas, antes tinha listas enormes de coisas para fazer, agora registo apenas o essencial, aquilo que tem mesmo que ser feito e já não ando por aí a querer fazer tudo e mais alguma coisa. 

Ganhei tempo para o que é realmente importante e apesar de sempre ter gostado de fazer limpezas e arrumações, sei que há coisas que gosto mais ainda. Portanto foi tudo uma questão de definir prioridades e eliminar o que não interessa.

Depois de me ter livrado de muita tralha e de muitas ideias sobre o que é suposto ter uma casa, a minha casa ficou mais simples, mais organizada e de fácil manutenção. Sinto-me tão bem cada vez que olho à minha volta e vejo que está tudo como gosto. Antes isso só acontecia mesmo no dia em que limpava a casa!

E é curioso porque apesar de sempre ter tido a mania das limpezas, agora preocupo-me muito menos com isso. Quando não posso ou não consigo limpar a casa durante a semana (ou quando simplesmente não me apetece pois tou demasiada cansada), aos fins-de-semana faço um ultra-speed cleaning (sim ainda é mais rápido que o speed cleaning) e chega. Antes tudo tinha que ficar perfeito, não havia prioridades e eu cansava-me para nada! Agora a tralha diminuiu e as expectativas também. Afinal porque tem que estar tudo a brilhar? Vamos ganhar algum concurso? 

Quanto aos objectos que tenho pela casa, finalmente posso dizer que são coisas que realmente gosto! Para além de me ter livrado da tralha e daqueles objectos que tinha só porque é suposto, “Uma mesa sem nada não fica bem” “Acho que ali devias pôr umas jarras…”, tinha também várias coisas guardadas das quais gostava muito, mas que simplesmente não usava porque tinha medo que se estragassem (mas afinal para que queremos as coisas? Não é para as usarmos, para as vermos todos os dias?). Tirei tudo das caixas e agora uso efectivamente as coisas. O mesmo aconteceu com as 1001 velas que tinha cá em casa (afinal qual é o objectivo de vida de uma vela?) e com alguns objectos antigos de amigos e familiares. Toca a expô-los cá em casa pois é deste tipo de coisas que eu gosto e a minha casa deve reflectir isso mesmo!

É claro que esta viagem ainda não terminou nem irá terminar (o destralhar ainda continua), afinal é isso mesmo, um caminho que descobri, que faz todo o sentido para mim e que quero percorrer diariamente! Ainda há algumas coisas cá em casa, guardadas em armários, que por mim já tinham ido desta para melhor, mas o minimalismo também me ensinou isso mesmo, a respeitar o outro e a não impor a minha opinião e as minhas vontades.

Se quiserem ler ou reler, mais em detalhe, algumas das mudanças que já aconteceram cá por casa deixo-vos aqui todos os posts sobre o assunto:












E desse lado alguém passou por uma experiência semelhante?

créditos imagem | https://unsplash.com

Aos domingos

14 outubro 2013

Aos domingos é dia de preparar a semana que aí vem, de ficar por casa, de ligar o forno e de fazer bolachas e bolinhos.

Este domingo foi assim...

Bolachas de courgete e bolinhos de canela que ficaram uma delícia! 




Com alguns posts pelo meio, muita roupa para dobrar e arrumar, ainda houve tempo para fotografar, conversar e ver algumas séries.

E o vosso domingo como foi?

Boa semana!

Leituras da semana

Go slowly: dorme bem

07 outubro 2013

As “go slowly” são pequenas dicas que podemos implementar no nosso dia-a-dia que nos permitem viver de forma mais lenta, relaxada e feliz. Fazem-nos ver a vida de outra forma e ensinam-nos a valorizar as pequenas coisas. Vamos a mais uma dica?


A semana passada foi dedicada ao acordar e esta será dedicada ao dormir. Afinal um não vive sem o outro.

Dormir permite-nos recarregar as energias, rejuvenescer as células, reforçar o sistema imunitário e também nos deixa bem-dispostos e felizes no dia seguinte.

Gostavas de dormir bem mas não sabes como? Então vê aqui algumas dicas:

1. Primeiro que tudo, o nosso quarto deve ser um espaço tranquilo, leve, arrumado e sem tralha.

Abre as janelas e deixa o a fresco entrar, põe as almofadas a apanhar sol e aspira o teu colchão. Usa roupa de cama simples e que não te dê muito trabalho. Reduz a quantidade de almofadas e outras coisas que costumas ter em cima da cama. De outra forma, quando te fores deitar, perdes o sono todo só a arrumar a cama!

2. Quanto à temperatura, o quarto não deve ser nem demasiado quente nem demasiado frio. Se no inverno a tua casa é fria podes aquecer o quarto antes de dormir mas não aqueças demasiado, pois isso irá secar o ar e poderá deixar o quarto muito quente. Uma boa alternativa, é usar um saco de água quente, assim aqueces apenas a cama e não o quarto.

E sabias que usar meias no inverno, também ajuda a adormecer? Dizem que não devemos ter os pés nem as mãos frias (vê mais aqui). Não te esqueças que o pijama também deverá ser confortável e adequado à temperatura. 

3. Outra coisa muito importante, não te deites sem sono. Vai custar-te imenso a adormecer, vais ficar impaciente e irritada(o).

Tal como referi no post da semana passada, antes de me deitar tenho que começar a “desligar” uma hora antes. Quer isto dizer que o corpo e a mente devem ser preparados para dormir, se não quando nos deitarmos não vamos ter sono (a não ser em situações excepcionais em que estamos exaustos), por isso, não faças nada demasiado exigente a nível físico e intelectual, desliga o computador, deixa o smartphone e o tablet.

4. Se gostas de tomar chá, tenta toma-o cerca de 2h antes de ires dormir senão irás acordar a meio da noite para ir à casa-de-banho.

5. Não te deites de estômago cheio. O teu corpo vai estar concentrado na digestão e também não irás conseguir adormecer. Eu gosto de me deitar de barriga vazia, mas se jantaste muito cedo e se não gostas de ter aquela sensação de fome, come qualquer coisa leve, como fruta ou umas bolachas.

6. Não tomes café (ou qualquer outra bebida energizante) a partir das 16h/17h.

7. A ideia de contar carneirinhos ou outra coisa qualquer, que ouvimos falar deste crianças, não é totalmente descabida. Está provado que a visualização nos pode ajudar a adormecer, a relaxar e até a sentirmo-nos melhor connosco próprios. Quando tenho dificuldade em adormecer gosto de pensar em coisas que me fazem sentir bem, por exemplo as coisas boas do dia, as coisas pelas quais sou grata...

8. Sentes-te ansiosa(o), stressada(o)? 
- Toma um banho quente e relaxante;
- Medita;
- Faz yoga;
- Lê (desde que não seja algo demasiado emocionante).

9. E se começares a pensar em alguma coisa menos boa que aconteceu durante o dia ou até no pesadelo que tiveste na noite passada? Tento sempre resolver o problema de duas formas, primeiro começo a pensar em coisas que gosto e que me fazem sentir bem. Se o pensamento persistir, penso no assunto e digo-lhe “querias estar aqui não era? Então podes estar aqui à vontade!”. Muitas vezes, como não estou a resistir, este tipo de pensamentos acaba por ir embora mais depressa.

10. Se tiveres demasiadas ideias (coisas boas, coisas que queres fazer) ou se tiveres alguma preocupação tenta passar tudo para o papel ou para o computador/smartphone. Vais ver que a mente fica mais limpa e relaxada. Se tiveres que fazer coisas relacionadas com o assunto no dia seguinte, regista tudo na tua to-do list e assim já podes dormir tranquila(o).

Para mim é essencial preparar tudo para o dia seguinte e isso permite-me dormir mais descansada, mas se por acaso tiver adormecido no sofá sem o fazer, não o vou fazer antes de ir para a cama, pois isso vai despertar-me. Prefiro fazê-lo no dia seguinte. Como acordo cedo tenho tempo de o fazer. Já me chegou a acontecer ter-me esquecido de preparar o almoço para o dia seguinte e fi-lo de manhã (pois afinal preparo sempre almoços práticos e rápidos).

11. Mantém um horário consistente para te deitares e levantares. É muito importante que o corpo esteja habituado a um determinado horário. Mesmo que te deites tarde, tenta acordar mais ou menos à mesma hora no dia seguinte e faz o mesmo aos fins-de-semana. Muitas vezes temos dificuldade em adormecer pois no fim-de-semana dormimos demais. Mesmo que tenhas sono, coloca o despertador aos fins-de-semana e tenta regularizar o sono. Vais ver que durante a semana consegues dormir melhor.

12. Se mesmo com todas estas dicas não conseguires dormir bem, podes sempre recorrer a alternativas naturais, à base de valeriana por exemplo. Há imensas alternativas naturais que apresentam bons resultados e que não criam dependência nem fazem mal à nossa saúde.

Se quiseres saber mais algumas dicas vê aqui:




Cera depilatória ecológica

04 outubro 2013

Na altura em que a Mariana me falou da Organii, neste post que escrevi sobre o uso de sabonetes, percebi logo que tinha que passar por lá! Pesquisei no site da loja algumas coisas que andava à procura e vi que a loja tinha imensos produtos.

E não é que também tinha cera depilatória ecológica?

As ceras que se vendem nos supermercados sempre me fizeram alergias. Já tinha andado à procura de cera em várias lojas de produtos naturais mas ainda não tinha encontrado. Além disso, queria uma cera feita à base de produtos naturais e biológicos e que não tivesse qualquer ingrediente de origem animal.

Organii tinha aquilo que procurava! Desde que a encontrei só uso esta marca: Acorelle. Não fiz qualquer alergia nem fiquei nada vermelha!

A loja tem vários tipos de cera: facial e para corpo, com bandas e com roll-on. Em relação aos ingredientes, tem uma com mel e aloe vera e outra feita com açúcar e flor Ylang ylang (é com estes ingredientes que costumo comprar).

Desta última vez decidi comprar com roll-on para experimentar.


Só achei que as bandas para retirar a cera deveriam ser em maior número e ter um material mais espesso. Quanto à cera a coisa que mais me agradou é que basta remover os restos com água e não ficam quaisquer vestígios, o que é um ponto a favor em comparação com a cera comum.

O próximo produto a experimentar serão os vernizes (assim que o que tenho em casa acabar). São da marca Zoya e são isentos de químicos nocivos.

Se ainda não conhecem esta loja passem por lá! Tem produtos muitos bons e que cuidam verdadeiramente da nossa pele e do ambiente.

Bulgur: como cozinhar

02 outubro 2013


O bulgur é produzido a partir de diferentes tipos de espécies de trigo.

Os grãos de trigo são parcialmente cozidos, depois são secos ao sol, e por fim são partidos. As dimensões do grão são variáveis, assim como a sua coloração. Quanto ao granulado, existe o bulgur de grão mais grosso, semelhante ao grão do arroz e o bulgur de granulado mais fino.

Não me lembro se alguma vez já tinha provado bulgur, mas acho que não!

A Vanessa deu-me o empurrãozinho que faltava.

Desta vez comprei um pacote do granulado mais fino e pus mão à obra! (Depois quero experimentar o mais grosso).

Cozinhei-o literalmente como cozinho o arroz. Adicionei o dobro da água, um pouco de azeite, alho em pó e uma folha de louro. O tempo de cozedura é cerca de 10/15 minutos e depois deve repousar mais uns 10 minutos antes de servir. Cozinhei cerca de 5 minutos e acrescentei um bocadinho de ervilhas, cenoura aos cubinhos, 2 salsichas de soja e umas rodelas de chouriço de soja. Depois esperei o tempo recomendado, mais 10 a cozinhar e outros 10 com o fogão desligado.

Para acompanhar salteei uns cogumelos (ficaram esquisitos na foto não sei porquê...) com várias ervas, limão, sementes, pimenta preta acabada de moer e natas vegetais. Adicionei ainda ao prato, beterraba partida aos pedacinhos regada com vinagre balsâmico.


Devo dizer que adorei o sabor e a textura do bulgur e de facto não é assim tão diferente do arroz. Digamos que fica ali a meio caminho entre o arroz e o cuscuz. Como gostamos tanto da experiência, o bulgur passará a fazer parte das compras habituais (vou já ali actualizar a lista de compras).


E desse lado costumam cozinhar bulgur? Que receitas costumam fazer?