Pequenos e simples prazeres da vida

30 dezembro 2012



  • Nascer do sol
  • Brisa matinal
  • Banho quente, sobretudo ao final do dia
  • Cheiro a café, acabado de fazer
  • Roupa confortável
  • Tempo com a família
  • Tempo com a cara-metade
  • A minha casa
  • Conduzir ao som música que mais gosto
  • Sensação de leveza após sair do cabeleireiro
  • Cozinhar
  • O céu muito azul
  • Ler um bom livro
  • Um dia cheio de sol
  • O ar fresco num dia quente
  • O som dos pássaros
  • Nuvens gigantes e fofas (daquelas que só apetece agarrar)
  • O barulho da chuva (quando estou quentinha em casa)
  • Caminhar/correr à chuva
  • O arco-íris
  • A natureza
  • O mar
  • O pôr-do-sol
  • O paladar
  • Respirar profundamente
  • O som das folhas a estalar
  • Um sofá confortável
  • Uma manta quentinha
  • Chá quente
  • Cheiro a canela
  • Navegar pela net
  • Almofadas fofas e confortáveis
  • Beber água
  • Lua cheia
  • Fotografia
  • Memórias felizes
  • Abraços
  • Beijos no pescoço
  • Acordar sem despertador
  • Ouvir/ler pessoas inspiradoras
  • Rir até me doerem as bochechas
  • A sensação de folhear um livro
  • Escrever
  • Abrir as janelas e sentir o ar fresco a percorrer toda a casa
  • Ver a trovoada à noite
  • Ver programas de culinária
  • Destralhar
  • Simplificar
  • Estar na varanda
  • Deitar-me numa cama acabada de fazer de fresco
  • Ler os meus blogs favoritos
  • Casas e espaços inspiradores
  • Ir a concertos
  • Saber que sou feliz
  • Comer comida sem crueldade
  • Os animais
  • Ouvir a música que mais gosto
  • Dançar
  • Sabonetes
  • Matrioskas
  • Correr
  • Neve
  • Contar estrelas
Estas são algumas das coisas que mais gosto e que vou registando. A ideia é ir aumentando a lista todos os dias (nem que seja só mentalmente) :)

The Effortless Life: review

29 dezembro 2012




Adorei ler o livro "The effortless life" do Leo Babauta e o tema do livro não poderia estar mais relacionado com este blog e com aquilo que quero pôr em prática.

Um dos capítulos chama-se "Don’t rush. Go slowly & Be present". Tem tudo a ver com este blog!

O Leo foca várias vezes, ao longo do livro, que é necessário reduzirmos as nossas necessidades e tudo aquilo que torna a vida complicada. É este o segredo para uma vida descomplicada.
Ao reduzirmos as nossas necessidades e nos contentarmos com pouco, gastamos menos tempo e menos dinheiro. Logo, também precisamos de trabalhar menos e sobra-nos mais tempo para investir no que realmente gostamos.

Também uma vida sem expectativas é mais simples e descomplicada: não nos iludimos, não sentimos frustração, não rotulamos os outros e vemos as coisas pelo que elas são.

Viver uma vida mais lenta permite-nos saborear melhor os momentos e sermos gratos por aquilo que temos e conquistámos. Uma vida mais lenta permite-nos subtrair (expressão usada no livro) compromissos, objectivos, planos e hábitos impostos pela sociedade onde nos inserimos, deixando-nos espaço para respirarmos!

Um exercício muito curioso que este livro sugere é substituirmos as queixas por aquilo pelo qual somos gratos. Por exemplo, se nos magoarmos a praticar um determinado desporto, devemos sentir-nos gratos por termos a oportunidade de praticar esse desporto, pois é algo que gostamos mesmo muito e talvez esta paragem devido à lesão, nos permita dedicarmo-nos a outra coisa, que até então não poderíamos fazer.

Da mesma forma, quando alguém nos tenta tirar do sério, temos a possibilidade de melhorarmos a nossa paciência (esta achei mesmo gira, afinal quem pensa assim?).

Há sempre forma de darmos a volta a tudo aquilo que nos acontece, só que não fomos educados dessa forma e é muito difícil ir contra hábitos e formas de estar tão enraizados na nossa cultura.

Outra ideia muito interessante deste livro, diz-nos que devemos dar a mesma importância a todas as actividades e acontecimentos. Por vezes, sobrevalorizamos determinados acontecimentos e perdemos a cabeça. Se, pelo contrário, dermos a mesma importância a todas as coisas, a vida torna-se mais calma e com menos dramas e menos stress.

Bem, quando li todos estes conselhos, achei-os fantásticos mas também muito difíceis de alcançar! O livro recomenda que façamos uma coisa de cada vez e calmamente. Não temos que pôr logo tudo em prática. Também a criação de novos hábitos e novas formas de estar na vida deve ser feita step by step e sem pressas.

Vou certamente voltar a ler este livro muitas e muitas vezes, pois é uma verdadeira inspiração e um fantástico guia para a vida!

Deixo aqui algumas das minhas citações favoritas:

"Life is like this. Life is water, and we tend to push too hard, thrash about, force things, struggle. Instead, learn to float, learn to allow things to become effortless"

"Our culture values action, and inaction breeds anxiety. This way of living, however, is the root of many difficulties in our lives—we create unnecessary efforts because we’re uncomfortable with the state of “not doing.”

"No matter what path you find, no matter where you end up, it’s beautiful. There is no bad path, no bad destination. It’s only different, and different is wonderful. Don’t judge. Just experience"

 "Always remember: the journey is all. The destination is beside the point."

"If you do something good, you won’t expect praise or appreciation. Let those expectations of reward and praise float away with the waves. Do good because you love doing good, and expect nothing beyond that."

"Control is an illusion. We constantly make plans that never actually turn out the way we envisioned"

"Living a slower life means removing unnecessary goals, plans, actions, so that you have more breathing room. This subtraction can take time. Feel free to subtract slowly."
    
"By leaving yourself fluid, you allow yourself to see things as they change, adapt with balance, learn as things happen, and use this new information to change your course intelligently and intuitively."

"Be a curator of your life. Slowly cut things out until you’re left only with what you love, with what’s necessary, with what makes you happy"

"Be flexible. Be forgiving of yourself. Allow yourself to practice, every day, and make lots of mistakes. It’s those mistakes that will help you learn, as they’ve helped me. I hope to make many mistakes as I continue to learn these ideas"

"When you see these difficult situations as an opportunity to practice these skills, you can see that these people in your life are a blessing." 

"You’re already good enough, you already have more than enough, and you’re already perfect."

"You may be different tomorrow, and you will still be perfect. Now stop reading this, and go be happy."  

Como foi 2012 e o que esperar de 2013?

No ano que está a terminar levei o minimalismo ao extremo (no sentido em que me dediquei a isto de corpo e alma!), tornei-me 100% vegan, passei a dedicar muito mais tempo a fazer aquilo que gosto, descobri novas coisas e redescobri outras, dediquei-me mais à cozinha (coisa que tanto gosto!), passei finalmente a valorizar tudo aquilo que tenho e a pensar cada vez menos naquilo que não tenho, tive oportunidade de trabalhar a partir de casa o que me permitiu ter uma vida mais relaxada, passei a fazer exercício regularmente e descobri uma parte espiritual que desconhecia por completo. Pelo caminho, fui descobrindo que afinal não gosto assim tanto de organização. Gosto muito mais de me livrar de coisas e de ter pouco que organizar :)

Agora que descobri um estilo de vida que se adequa completamente a mim (a nós), agora que deixei de me sentir mal por não gostar de sair à noite e de fazer imensos programas que todos os outros fazem, agora que descobri que o que gosto mesmo é de me levantar super cedo, só quero manter-me assim! E quero cada vez mais deixar de ligar aos que os outros pensam e dizem (mesmo vindo de pessoas mais próximas).

Acho que também ajudou muito o facto de perceber que há pessoas como eu (ou pelo menos parecidas), que vou descobrindo pela Internet e algumas até mesmo no meu grupo de amigos.
Assim este ano foi muito bom para me conhecer melhor e também para me dedicar a muitas outras coisas que nunca consegui antes. Foi bom para relaxar e acalmar, para atrair coisas positivas e perceber que SOMOS NÓS quem constrói a nossa felicidade!

Penso também que este foi o ano em que mais coisas fiz e o único ano em que consegui cumprir praticamente todas as resoluções registadas no final de 2011. Ainda assim quero mesmo deixar as resoluções de lado, pois quero uma vida mais livre!


2013 será o meu primeiro ano sem resoluções nem objectivos (em muitos, muitos anos).
Acabou a Ana das mil listas, mil objectivos, mil cálculos e mil planos. Tenho que concentrar toda essa energia no AGORA, no saborear das pequenas coisas, na gratidão, no amor aos meus! Sei aquilo que mais gosto e aquilo que quero continuar a fazer e será apenas isso que pautará a minha vida no próximo ano.

Para além de abandonar estas resoluções anuais, vou também tentar:
  • deixar de planear – tantas e tantas vezes planeei tudo ao milímetro e depois não aconteceu nada daquilo! Andei a perder tempo, a criar expectativas para nada! Depois o sentimento de frustração é enorme e só me faz mal. Portanto, este ano, apesar de saber que será um enorme desafio, vou deixar-me de planos! O que tiver que acontecer, acontecerá! Afinal a vida acontece na mesma, quando não planeamos. A vida não pára! E sem planear desfrutamos muitos mais dos momentos!  
  • deixar de criar expectativas – não esperar que determinadas situações aconteçam e sobretudo que aconteçam de uma determinada forma; não esperar que a pessoa X reaja assim ou assado; não julgar nem criticar a pessoa X, pois na maior parte das vezes não conhecemos assim tão bem as pessoas e estamos só a ser "mauzinhos".
  • pôr em prática a filosofia do Wabi-sabi, seja em casa, seja na vida pessoal. O Wabi-sabi ensina-nos a gostar das rachadelas, das amolgadelas, do passar do tempo pelas coisas e objectos. Devemos abraçar isso mesmo e sermos felizes! Para quê estar a ir contra aquilo que a vida nos dá?! Não vale mesmo a pena! Claro que devemos fazer pequenas reparações em casa e mudar coisas que gostamos menos, mas devemos também apreciar a nossa casa por aquilo que ela já viveu e passou. Que sentido fazia ela ficar sempre igual, se nós, humanos, também não ficamos? Ela também quer mostrar a sua experiência de vida, pois claro. Que mal é que isso tem? Devemos saber cuidar dela, dar-lhe uma "boa alimentação" e "exercício físico" e depois deixá-la envelhecer naturalmente!
 
O que pretendo com tudo isto?
Ter uma vida mais calma, ainda mais simples, relaxada, flexível, com mais liberdade, dedicada a fazer aquilo que gosto e dedicada àqueles de quem mais gosto, sem stress, sem frustrações, sem pressas, sem criar expectativas (e fazer muitos filmes, como eu costumo dizer), onde haja lugar para surpresas e coisas inesperadas.
Não quero mesmo olhar para trás mais tarde e pensar: “porquê que eu não soube aproveitar?”. Definitivamente sei que não quero isso!
Quero olhar para trás e sentir que vivi tudo como tinha que viver e que aproveitei tudo ao máximo.

Sei que vai ser difícil, sei que vou ter que me forçar a concentrar no momento presente e não andar com o pensamento a 1000. Mas aquilo que fui vivendo ao longo do ano que passou deu-me as ferramentas necessárias para superar este desafio. Que venha 2013, estou preparada!


Cozinha simples e minimalista

28 dezembro 2012


Já sou vegetariana há 9 anos, mas só há pouco tempo decidi tornar-me vegana. Este tinha sido um desejo desde o início, mas foi sendo adiado. Acho que foi também graças ao minimalismo que decidi ir em frente e seguir aquilo que sempre quis desde o início. E a mudança foi muito mais fácil do que aquilo que estava à espera!

Como tenho que ver todos os rótulos com muita atenção, acabo por comprar sempre as mesmas coisas, aquelas que gosto e que sei que são de confiança. Claro que no início não foi assim, tive que ler muito, experimentar muitos produtos, contactar algumas marcas (para ter a certeza se usavam algum ingrediente animal, pois alguns aditivos não especificam se são de origem animal ou não).
Agora que tudo está mais calmo, posso dizer que tento manter tudo o mais simples possível na cozinha: na hora de fazer as listas de compras, de ir ao supermercado, de arrumar as compras, de cozinhar e de manter tudo funcional no dia-a-dia.

Tenho uma master list (em formato digital) com produtos e quantidades, dividido pelas áreas do supermercado (vou alterando sempre que descubro um produto novo, mas isso não é muito frequente). Faço compras mensais (fruta e legumes são a excepção) e por isso as quantidades são quase sempre as mesmas. A lista de compras é feita com base naquilo que comemos em casa normalmente e se quero experimentar novas receitas, apenas acrescento esses ingredientes. Não faço um menu mensal. Por vezes faço um semanal ou então vou decidindo as refeições de 2 em 2 dias ou no dia anterior (mesmo que tenha que decidir na hora isso não me stressa, pois tento sempre ter algo pronto ou ter ideias, pois vou sempre vendo receitas novas).

Ao fim-de-semana aproveito para cozinhar algumas coisas e congelar: almôndegas, rissóis, hambúrgueres, esse tipo de coisas.

Na ida às compras, nem sempre acompanho o namorido. Aliás ultimamente, até vai só ele. Eu só vou se tiver que comprar algo novo que ele não conheça. Assim fico em casa a adiantar outras coisas e como é algo que ele gosta de fazer, melhor ainda.

Para arrumar as compras, tento não complicar muito, o que nem sempre é fácil com compras mensais! Arrumo logo os congelados e as coisas que vão para o frigorífico. Depois separo o resto dos itens que coloco no mesmo armário. Tento retirar logo todas aquelas películas ou protecções exteriores em plástico e papel e coloco logo na reciclagem.

Costumo preparar os legumes para depois congelar (se não tiver tempo deixo para mais tarde ou para o dia seguinte). Quando faço sopa, tento preparar já sacos com os legumes que irão ser utilizados, mas se não o fizer também não é nenhum drama (o importante é facilitar, se tiver que complicar então já não vale a pena).

Na hora de cozinhar, tento fazer comida para duas refeições. Assim é só aquecer no dia seguinte. Também a sopa dá para várias refeições. Os pratos mais elaborados são reservados para o fim-de-semana. Por exemplo, ao sábado é geralmente pizza night! Faço a massa (receita caseira) e depois o companheiro estica a massa e faz o resto. Sabe tão bem!

Para os dias em que chegamos mais tarde ou naqueles em que não nos apetece nada cozinhar, tenho sempre coisas rápidas para fazer (ou que comprei já pré-preparadas ou que preparei no fim-de-semana).

No dia-a-dia, sigo algumas rotinas que me permitem não perder muito tempo e ter a cozinha sempre arrumada. Os balcões estão o mais livres possível. Até a torradeira que é usada todos os dias está guardada (não custa nada gastar 5 segundos a tirá-la da gaveta). De manhã, arrumo a louça da máquina (que lavou durante a noite) e depois coloco a louça suja do pequeno-almoço na máquina (se não tiver tempo de tirar a louça lavada, deixo-a louça suja na banca). O importante é não ficar "desarrumada" pois não gosto de chegar a casa e ver o caos instalado!

Quando chego a casa ao final do dia tento arrumar o que não tiver arrumado de manhã e só depois começo a cozinhar. Enquanto cozinho vou arrumando e lavando a louça (assim no final custa muito menos). Quando acabo de jantar obrigo-me a arrumar logo a cozinha (quando se começa a fazer outra coisa qualquer custa muito ter que ir arrumar!). Geralmente levo comida para o trabalho e preparo-a nesta altura (fica a cozinhar enquanto arrumo a louça). Até nisso tento ser o mais prática possível, pois cozinho sempre massa, só variam os ingredientes que a acompanham e às vezes a forma de cozinhar. Uma vez li uma entrevista do Obama em que ele dizia que devemos tentar automatizar este tipo de decisões "menores" para concentrarmos as energias nas grandes decisões. É isso que faço com os almoços, pois prefiro gastar as minhas energias com receitas mais elaboradas ao jantar ou aos fins-de-semana. Antes de sair da cozinha arrumo tudo o que estiver fora do lugar e deixo a louça do pequeno-almoço já preparada.


créditos imagem | https://unsplash.com

As utilidades do bicarbonato de sódio

26 dezembro 2012



O bicarbonato de sódio tem 1001 utilidades. Para além dos usos culinários, costumo misturar sempre um pouco (cerca de uma colher de café) com o detergente da roupa, nas lavagens à mão e na máquina. A roupa fica com ar ainda mais clean.

Faço o mesmo na máquina da louça e a louça fica muito mais brilhante. Recentemente também o comecei a usar numa mistura com água para bochechar mas ainda não consigo avaliar os resultados (dizem que funciona como branqueador).
Mais usos do bicarbonato aqui.

Costumava comprar no supermercado pequenos pacotes, mas entretanto comecei a comprar na drogaria pacotes de 1 kilo que custam menos de 2€. Compensa bastante:


O Natal

23 dezembro 2012

Para mim, o Natal significa conviver com a família, brincar com as crianças e partilhar (carinhos, conversas, historias, comida).
Desde há muito que deixei de ligar a prendas e insisto para que nunca me ofereçam nada (claro que depois acabam sempre por oferecer...).

Este ano, combinamos entre todos e será mesmo um Natal sem prendas. Cada vez me incomoda mais o consumismo, que mesmo com a crise não vejo a diminuir.

Acho curioso quando os meios de comunicação social só se focam nos presentes referindo, que por causa da crise, este será um Natal diferente. Mas dizem "diferente" com uma conotação negativa, ou será só impressão minha? Mas então são os presentes que interessam? Seria diferente e mau se não o pudéssemos passar em família, se estivéssemos sozinhos em qualquer lado, se tivéssemos perdido alguém querido recentemente, se não tivéssemos dinheiro para o jantar que gostaríamos... Também nunca gostei de grandes enfeites e decorações natalícias...

Quando era mais nova dizia sempre à minha mãe que nunca iria ter um pinheiro verde, pois era igual ao de toda a gente. Mal eu sabia que mais tarde iriam aparecer pinheiros de todas cores, rosas, pretos, brancos, castanhos, amarelos... Agora, não tenho pinheiro e não quero ter. Para mim não faz sentido comprar algo que só iria usar 2 meses do ano e que ocuparia um enorme espaço no armário nos restantes meses do ano. Nesta casa, ainda não tinha tido qualquer decoração de natal. Talvez porque ainda não tinha encontrado nada que realmente gostasse ou porque simplesmente andava ocupada com outras coisas... Mas este ano o F. ofereceu-me um presépio. Apesar de não ser religiosa, sempre gostei de presépios (o simbolismo da família, os animais, não sei bem porquê) e adoro matrioskas!

Por isso nada melhor que um 2 em 1 :)

O pôr-do-sol

22 dezembro 2012






Como sabe bem apreciar o pôr-do-sol :)
E muito mais assim, quando é totalmente inesperado!

1º Post!



1, 2, 3... Já está!
1º post publicado :)